O mar abre uma porta
saída de uma onda de seu interior.
Escuta a flauta tocar em silêncio.
Amoroso sob a chuva que avança,
remonta às fontes de seu tédio,
fazendo brotar a ostentação da quietude.
Ele se inclina para uma planta desconhecida que passa,
depois crava a lâmina em seu peito.
Do alto desta pedra
um jarro derrama a noite e a água,
e a água possui o brilho do mármore.
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Clóvis,
ResponderExcluirFico orgulhoso em saber que vc. gostou do poema. Eu até tinha me esquecido que traduzi.
Grande abraço,
Ignácio Dotto Neto