olho muito tempo o corpo de um poema
até perder de vista o que não seja corpo
e sentir separado dentre os dentes
um filete de sangue
nas gengivas
Assinar:
Postar comentários (Atom)
MOMENTO NUM CAFÉ. MANUEL BANDEIRA.
Quando o enterro passou Os homens que se achavam no café Tiraram o chapéu maquinalmente Saudavam os mortos distraídos Estavam todos volt...
-
Um negro magro,em sufulié justo, Dous azorragues, de um juá pendentes; Barbado o Peres, mais dois penitentes, Seis crianças com asas sem mai...
-
O Bom, eu estava convidado pra festa de mano, liberdade xará. Já largou uma dinamite na minha mão e, começou a destrinchar sua lábia ágil e...
Nenhum comentário:
Postar um comentário