Derretendo tuas rêmiges no voo às alturas,
Cotovia sem melodia,mensageira da aurora,
Rodeando o alto das aldeias como teu ninho;
Ou além,deixando o sonho e a sombra
Da aparição noturna,recolhendo tuas saias;
À noite velando as estrelas,de dia
Toldando a luz e apagando o sol;
Vai,meu incenso,sobe desta lareira e
Pede aos deuses perdão pela chama viva.
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