manhãs destas aí;que você saí virado no setenta.correndo sempre pra não ver os sol nascendo
lá naquele fundo de brejo.depois de tudo;estas coisas continuam acontecendo na vida de gente
que não sentou praça em canto nenhum.que desafôro!viver poraí com um galho na correnteza:
perdido;a deriva e totalmente sem rumo nem prumo nem porra nenhuma.aí num destes maldidos acasos;puft! bate de frente e aí:eu não corro.sei que posso sobreviver a tudo.Eu sei!
Fica diferente dormir juntos depois de dormir um tempo tão grande porái ;dormindo avulso como se fosse viver eternamente.
manhãs destas aì;depois da magia do começo.aquela camisa jogada já é o prenúncio do fim do nosso amor.mas aí agente ouve Gal cantando Meu Bem.. e, fica naquela dança: quem cedeu sorriu
porque ceder de verdade ensina crescer...
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
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